Baú do Bohemio: viver

a mais social da semana

Sinto muito por quem não sente, quem não entende que isto só faz sentido se fizer sentir, se for intenso, a atravessar a aorta em excesso de velocidade.

Viver é outra coisa

Queria a quantidade certa de coragem para abrir os braços sobre o incerto, uma dose incerta de bravura para esticar as pernas sobre o vazio. Queria a força de mil homens cegos, de mil homens surdos, de mil homens mudos. Queria não ver, não ouvir,

Amar não vem nos livros

Não me ensines como amar, amarei como sei, à minha maneira. Pode não ser grande coisa, pode ser uma merda. Será. Mas deixará de ser amor, só porque não se enquadra nessas normas e regras cuspidas pelos outros? Quero lá saber do que os outros

Para nunca deixar de sonhar

O que é que sentes quando deixas de sentir? Queria perguntar-te isto desde o início, mas sabia que era demasiado cedo para uma resposta conclusiva. Vejo agora esse cansaço a esmagar-te os ombros e pergunto-te de onde vêm esses desfiladeiros a entrarem-te pelo rosto? Aposto

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