Baú do Bohemio: respiração

Anatomia de uma ficção: Pele

Pede-me a pele e eu dou-te cada centímetro exterior, para que possas ver o teu reflexo a sangrar por dentro. Talha-me a carne, esculpida em desejo. Que seja isso apenas, aceito. Se o preceito for esse. Se for só isso que nos resta, que seja

Tudo isto que és tu

Sinto-te, não defino. Sei que és isto que não se resume, que não se confina na clausura de uma expressão usada tantas vezes, errada vezes demais. Penso-te e sei que há isto que eu não sei o que é, de onde nasceu. Uma flor a

300km de respiração

A verdade é que te quero perto, aqui ou aí, tanto faz desde que seja perto. Perto dos olhos, perto dos lábios, perto do corpo. Quero-te agora e para sempre. Quero-te com toda a sede de um moribundo num deserto de ilusão. Quero-te a matar-me

Gostas desta taberna? Então espalha as palavras ;)