Baú do Bohemio: amor

Anatomia de uma ficção: Pele

Pede-me a pele e eu dou-te cada centímetro exterior, para que possas ver o teu reflexo a sangrar por dentro. Talha-me a carne, esculpida em desejo. Que seja isso apenas, aceito. Se o preceito for esse. Se for só isso que nos resta, que seja

Anatomia de uma ficção: Carne

Abro as cortinas de uma vida desordenada. Aqui, prostrado nos vícios da carne, pergunto-te: com quantos corpos se dilacera uma alucinação? Com quantas bocas se mitiga uma miragem? Sucedem-se noites abatidas num quarto turvo, onde finjo que te contenho na adrenalina de uma transpiração. Contos

Liberté, mon amour

Fodam-se os incendiários do medo, independentemente de terem comprado os vossos fósforos em Paris, Bruxelas, Nova Iorque, Bagdad ou Damasco. Fodam-se os extremistas do ódio, os fundamentalistas da raiva. Fodam-se os terroristas das bombas, das Kalashnikov, do petróleo, das bíblias e dos alcorões. Fodam-se as

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