A vida é um sorriso de criança
Olha para o sorriso de uma criança. Diz-me se não é ali que sabes que existem todas as possibilidades da vida.
Olha para o sorriso de uma criança. Diz-me se não é ali que sabes que existem todas as possibilidades da vida.
Num pódio de rosas, erguido no cimo do que te amo, sei o que sente o vencedor a cada vez que, dentro dos teus olhos, entoas o meu nome. Ganhei. Tragam a coroa de louros, abram o champanhe, toquem o hino. Está ganho. Audácia suprema,
Pede-me a pele e eu dou-te cada centímetro exterior, para que possas ver o teu reflexo a sangrar por dentro. Talha-me a carne, esculpida em desejo. Que seja isso apenas, aceito. Se o preceito for esse. Se for só isso que nos resta, que seja
Abro as cortinas de uma vida desordenada. Aqui, prostrado nos vícios da carne, pergunto-te: com quantos corpos se dilacera uma alucinação? Com quantas bocas se mitiga uma miragem? Sucedem-se noites abatidas num quarto turvo, onde finjo que te contenho na adrenalina de uma transpiração. Contos