Duas pernas que tremem
É quando as tuas pernas tremem que sabes que vale a pena. Casei-me contigo no dia em que te vi pela primeira vez e as minhas pernas tremeram. Foi aí que soube que serias a mulher de todas as vidas que possa vir a ter.
É quando as tuas pernas tremem que sabes que vale a pena. Casei-me contigo no dia em que te vi pela primeira vez e as minhas pernas tremeram. Foi aí que soube que serias a mulher de todas as vidas que possa vir a ter.
Os olhos são oceanos fundos para a verdade. Foi mais ou menos isto que ela lhe disse no dia em que se amaram para sempre. No dia em que o tempo se vestiu de mar num segundo eterno. – Basta um segundo para se amar para sempre.
Não sei se já te disse, mas todas as manhãs são armas carregadas com o teu nome. Todas as noites são trincheiras a acumular túmulos devolutos, baseados em factos reais. Ficaram-me os ossos no caixão, ficou-me o esqueleto da casa. Tudo é pó, exceto o
A perfeição é inteira na soma de cada pedaço imperfeito. Só porque vês a rosa aprumada, arrumada numa jarra de cristal, a água translúcida, as gotas cuidadosamente repousadas sobre as pétalas, o vermelho rubro suspenso sobre um verde liso, imaculada numa beleza doutrinada, dizes que