Baú do Bohemio: palavras

Palavras escritas nos olhos

O que me apetece dizer-te de cada vez que te vejo? Como dizer-te tudo o que vive porque vives? Como falar de tudo o que nasce de cada vez que nasces em mim? Tenho tantas palavras guardadas numa caixa desarrumada num sótão poeirento. Dentro de

Amar-te-ei enquanto fores livre

Tenho esta tendência para cair nos teus braços. Mas não me queiras a 100 decibéis. Sou daqueles que ama longe do sufoco das multidões, atordoadas pelo estrondo do imediato. Sou devagar, sem pressa para explorar cada pedaço dos teus dias. Mas sou das minhas noites,

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